Lá se pensam, cá se fazem.
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Sociedade Solidária

Idoso; Desemprego; Solidariedade

O isolamento de idosos/reformados, assim como o de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, e a solidão que sentem no seu dia-a-dia é um problema actual, ao qual não podemos ficar indiferentes. Muitos sentem-se abandonados pela sociedade, outros passam o tempo em Lares de Idosos/Centros de Dia, que nem sempre correspondem ao que desejavam como forma de vida. Também os desempregados, que insistentemente procuram trabalho sem o conseguir, vêem a sua situação como um desespero, ficando continuadamente inscritos nos centros de emprego, sentindo-se, assim, desorientados e isolados na sociedade. A nossa ideia de projecto pretende aproveitar estes dois universos da população, independentemente da sua localização geográfica, criando uma aplicação (sobre o conceito de Rede Social Solidária) que os aproxime e os envolva mutuamente. Com esta aplicação, os desempregados (podendo o projecto alargar-se também a pessoas com baixos rendimentos e domésticas) terão a possibilidade de executar serviços pré-pagos e os idosos/reformados ou pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, que irão usufruir desses serviços, sentir-se-ão integrados, úteis, activos e capazes de resolver os problemas do seu quotidiano, pois a referida aplicação permitirá o contacto com os outros e a satisfação das suas necessidades. Estamos conscientes de que existirá, sempre, um grupo de pessoas com alguma dificuldade no domínio da informática, sobretudo na utilização de telemóveis “smartphones”. No entanto, estudos recentes mostram um crescente uso destes aparelhos pela população sexagenária e septuagenária (dados do Instituto Nacional de Estatística revelam que, em 2015, 27% da população com idades compreendidas entre os 65 e 74 anos faziam uso da Internet), contribuindo, para isso, as redes sociais que aumentaram a curiosidade quer sobre as aplicações e os seus conteúdos, como sobre a tecnologia. Assim, aproveitando este aumento de interesse, por parte da população alvo, em tudo que diz respeito às tecnologias da informação, poderemos criar uma linha de apoio pronta a resolver qualquer problema informático, pronta a gerir pagamentos, a avaliar resultados e os próprios “prestadores de serviços”. Isto poderá ser feito através de inquéritos ou directamente na aplicação. Num segundo momento, tendo em conta a utilização e o sucesso da aplicação, os seus “locais” de incidência, poderá mesmo surgir a necessidade e o interesse da criação de pequenas e médias empresas por parte dos prestadores de serviços, caso desejem alargar o seu negócio.

Domingos Martinho Vaz Alves

Visionário
Saint Germain les Co, França

Vânia Couto

Facilitador
Viana do Castelo, Portugal

Pedro Vaz Alves

Facilitador
Viana do Castelo, Portugal

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